Vai migrar para nuvem? Comece pelo e-mail
Há muitos benefícios potenciais para implantação de serviços em nuvem, incluindo agilidade, redução de custos, complexidade reduzida, foco maior, mais inovação e capacidade de alavancar o conhecimento e as habilidades de pessoas fora da empresa, avalia o analista do Gartner Daryl Plummera.
Segundo o instituto de pesquisas, a dica para profissionais de TI é realizar uma análise minuciosa, que identifica os benefícios que a empresa espera atingir, até mudar para a nuvem. Há ainda razões para não tomar o caminho da computação em nuvem. Entre elas, a incapacidade de obter acordos de nível de serviço que deseja, as questões de regulamentação e conformidade, as preocupações com a recuperação de desastres e a percepção de que a nuvem pode acabar não poupando dinheiro.
Plummer afirma que uma análise de custo exato é particularmente complicada, já que o usuário está pesando as despesas de capital versus custos recorrentes. Ele acrescenta que os clientes tendem a subestimar os custos de utilização da nuvem, e a maioria das empresas que pretendem migrar para o modelo contrata serviços de profissionais para gerenciar processas, o que aumenta as despesas.
Há uma série de riscos potenciais, de acordo com Plummer. Entre eles, o executivo destaca: segurança, transparência e as questões de integração. Ele ensina que se a empresa decidir começar migrando as aplicações para a nuvem, deve fazê-lo inicialmente pelas pontas e depois trabalhar seu caminho para o núcleo. As aplicações mais comuns nesses primeiros passos são e-mail, desenvolvimento, aplicativos de produtividade e servidores web.
Um outro ponto a ter em mente é que as unidades de negócios individuais provavelmente já mudaram para software como serviço (SaaS), sendo assim, Plummer recomenda que os executivos de TI façam esforço concentrado para chegar à frente.
O analista divulga que a movimentação global em 2011 no modelo de nuvem aconteceu principalmente em três categorias. Primeiramente, a de SaaS [software como serviço], com 12 bilhões de dólares, seguido de IaaS [infraestrutura como serviço] com 4,2 bilhões de dólares e PaaS [plataforma como serviço], totalizando 1,4 bilhão de dólares. Mas Gartner prevê que nos próximos cinco anos, IaaS vai crescer em 48%, enquanto PaaS crescerá apenas 13% e SaaS, registrará incremento de 16,3%.
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Saiba como proteger seu PC usando uma ‘sandbox’
Se vírus e malware são um problema constante, ou se você teme que seu antivírus não seja o suficiente, você pode adicionar uma camada extra de segurança ao seu PC usando um aplicativo para criar uma “caixa de areia” (sandbox, em inglês). Um conjunto de aplicativos propriamente isolados pode protegê-lo de malware que passa desapercebido pelos antivírus, mantendo seu PC e suas informações pessoais mais seguros enquanto você faz compras online ou visita sites potencialmente suspeitos.
Sandboxing é uma forma de virtualização de software que permite que programas e processos rodem em um ambiente isolado do restante do sistema. Sob este regime, os programas tem acesso limitado aos seus arquivos e ao restante do sistema, e não podem fazer mudanças permanentes. Ou seja, tudo o que acontece em uma sandbox fica dentro dela.
Existem aplicativos dedicados à implementação desta técnica, mas alguns programas antivírus também trazem este recurso. Explorarei as duas opções neste artigo. Os detalhes variam entre os programas, mas estes são alguns dos usos comuns:
- Rodar automaticamente ou manualmente um programa desconhecido em uma sandbox, como proteção caso ele contenha vírus, spyware ou malware.
- Rodar o navegador dentro de uma sandbox para se prevenir contra danos causados por possíveis infecções enquanto você navega, que é a origem mais comum do malware.
- Rodar o navegador dentro de uma sandbox para impedir malware que eventualmente esteja alojado em seu computador de capturar seus dados de login ou detalhes de pagamento em bancos e sites de compras.
A maioria das ferramentas para sandboxing, como as que discutiremos aqui, pode rodar programas dentro da sandbox ao mesmo tempo em que outros programas do Windows. De forma geral, um programa executado dentro de uma sandbox tem a mesma aparência de um programa “normal”. Entretanto, algumas outras ferramentas exigem a carga de um ambiente separado e tem um visual e comportamento diferentes, e podem até mesmo exigir que você reinicie seu PC ao fim da seção.
Criando uma caixa de areia com o Comodo Internet Security
O Comodo Internet Security (CIS) é um pacote de ferramentas de segurança gratuito para usso pessoal e profissional. Além de um antivírus e firewall, ele também permite o sandboxing automático ou manual.
O CIS detecta automaticamente executáveis “não confiáveis” e os executa em um ambiente virtualizado. Mas você também pode rodar manualmente qualquer programa em uma sandbox, basta indicá-lo na janela principal do CIS, na aba Defense+.
Uma alternativa é clicar com o botão direito sobre o ícone do programa em qualquer lugar no Windows e escolher a opção “Run in COMODO Sandbox”. Mas esta opção não aparece quando você clica em um atalho para o programa, apenas quando você clica no executável, o que pode ser um incômodo.
O recurso de sandboxing no CIS é melhor para proteção automática, ou para a execução manual de um aplicativo suspeito. Se você quer colocar seu navegador em uma caixa de areia, considere um utilitário como o Avast ou Sandboxie.
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Google vai punir sites com publicidade ‘excessiva’
Os sites que lotam o topo de suas páginas com anúncios, forçando seus visitantes a baixar a barra de rolagem para visualizar o conteúdo, começarão a ser penalizados nas buscas do Google.
A empresa tomou essa decisão porque concluiu que os internautas se aborrecem com esse tipo de layout, informou a Google em seu blog.
“Se você clica em um site e a primeira coisa que você vê não tem muito conteúdo visível ou se o portal dedica grande parte da tela inicial a anúncios, ele não oferece uma boa experiência de usuário. Alguns sites podem não permanecer na mesma posição atual”, escreveu o engenheiro da Google Matt Cutts, considerado a maior autoridade da empresa na otimização de ferramentas de busca (SEO).
O Google não vai punir os portais que exibem publicidade no topo da página dentro do que a empresa considera “um nível normal”, mas sim os com uma quantidade “excessiva” de anúncios, a ponto de dificultar a navegação.
“Esse novo aperfeiçoamento de algoritmo tende a impactar os sites em que existe apenas uma quantidade pequena de conteúdo visível ou em que o conteúdo relevante é levado para baixo por grandes blocos de publicidade”, escreveu Cutts. A Google prevê que essa mudança no algoritmo vai impactar a ordem dos resultados em menos de 1% das buscas.
Como geralmente acontece quando o Google apresenta mudanças em seu algoritmo, os gerenciadores de sites já estão contentes e outros nem tanto, como mostram os comentários deixados no blog da Google.
Muitos internautas argumentaram que é hipócrita o Google punir os sites por algo que a muitas vezes a própria empresa é a culpada, enquanto outros afirmam que não é da conta do buscador como os portais exibem a publicidade, especialmente quando a política da gigante das buscas poderia impactar a eficácia dos anúncios.
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Ativistas reagem ao fechamento do Megaupload e derrubam sites nos EUA
Irritados também com SOPA e PIPA, membros do coletivo Anonymous estão atacando sites como o Departamento de Justiça e da gravadora Universal.
Em reação ao fechamento do popular site de download Megaupload, ativistas ligados ao coletivo Anonymous estão atacando – e tirando do ar na noite desta quinta (19) – os sites do Departamento de Justiça, da gravadora Universal Music e da Motion Picture Association of America, associação de estúdios de cinema.
Neste momento, a página da gravadora BMI também está fora do ar, como parte do que os ativistas estão chamando de “#OpMegaUpload”. Quando um site é derrubado, usa-se o termo “Tango down”, de origem militar (inimigo abatido).
De acordo com reportagem da CNET, canais de bate-papo na plataforma IRC usados por membros do grupo falam sobre a derrubada dos sites, e discutem quais serão os próximos alvos.
O IRC é um dos sistemas mais antigos de comunicação na internet, e é utilizado tanto por sua simplicidade como por ser possível manter seus participantes no anonimato.
Além do fechamento do Megaupload, a discussão em torno dos projetos de lei antipirataria SOPA/PIPA é apontada como motivo para a reação dos ativistas. Muitos pedem o boicote a produtos da indústria do entretenimento, como DVDs, filmes e músicas.
Para tirar os sites do ar, os ativistas usam uma técnica chamada DDoS e um software simples chamado LOIC (um acrônimo nerd para Canhão de Íons de Baixa Órbita, o que não quer dizer nada). Instalado em milhares de máquinas, o LOIC dispara um grande número de requisições para o mesmo endereço. Isso causa uma sobrecarga no servidor e leva à queda do site. No entanto, o ataque não é sustentável por muito tempo, e as páginas voltam a funcionar após algumas horas.
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